Para empresas onde a IA já entrou — em todas, entrou
As duas metades custam caro: quem usa escondido faz do próprio jeito, e quem não usa deixa de produzir esperando alguém dizer que pode. Um fim de semana resolve as duas — com uma regra clara, todo mundo usando o que funciona e ninguém adivinhando onde fica a linha.
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Quase ninguém responde as três — e isso não é falha de gestão. É o que acontece quando a ferramenta chega antes da regra: as pessoas querem trabalhar melhor e ficam sem saber até onde podem ir. O custo disso não aparece em lugar nenhum, porque é feito de coisas que não aconteceram.
Governança de IA não é freio. É a permissão que faltava — o que torna possível dizer “pode usar” sem torcer para dar certo.
Não é software, não é curso, não é consultoria. É o método — sete documentos e uma ordem de montagem que você aplica sozinho.
Quatro coisas e uma data na agenda. É pouco — e é mais do que quase qualquer empresa do seu porte tem hoje.
Sempre existirá o celular pessoal, o 4G e a criatividade de quem quer burlar. A garantia é em camadas, e a última é humana — a política e a cultura.
O que este Protocolo entrega é sair do escuro e tornar o risco governável. Quem te prometer blindagem perfeita está vendendo outra coisa.
E mais: isto não é parecer jurídico. As partes que tocam monitoramento e medida disciplinar precisam passar pelo seu advogado antes de virarem oficiais. O Protocolo aponta onde; não substitui a revisão.
Poderia. É justamente por isso que o Protocolo existe.
Você conseguiria escrever uma política, ler sobre a LGPD, montar uma classificação. Levaria algumas semanas entre pesquisar o que os padrões recomendam, o que a lei exige e o que funciona de fato numa empresa do seu tamanho — e ainda assim ficaria a dúvida de ter esquecido alguma coisa.
O Protocolo é esse caminho já andado: a ordem certa, os erros já evitados e as armadilhas que só aparecem quando você já está no meio — como a de ligar o registro de uso antes de comunicar a equipe, que cria exatamente o problema que se queria resolver.
A ferramenta de IA muda toda semana. O método de governar fica.
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Não é amostra: a régua é o passo 2 inteiro. Ao preenchê-la, sua equipe passa a saber o que pode entrar numa IA — e você vê onde está o buraco.
Abrir a Fase 1Sem cadastro e sem cartão. Dez minutos para ler o guia.
Política · comunicado · termo de ciência · o limite técnico — mais o checklist e o anexo com o que a lei brasileira exige
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Pagamento único. É o que dá lastro ao que você montou na Fase 1: a regra escrita com o nome dos seus segredos, o combinado assinado e um limite que de fato impede.
Inclui 12 meses de vigência: todo mês eu confiro, na fonte oficial, se a lei que o seu Protocolo cita continua como está — e, se mudar, você recebe o aviso e a versão corrigida no mesmo endereço. O material é seu para sempre; o que renova depois é a conferência.
Quero os quatro passos — R$ 99Garantia incondicional de 7 dias — não serviu, devolvo, sem perguntar por quê.
O que vem depois — e o que você ganha por chegar antes
Estamos construindo o passo seguinte: um diagnóstico que mede onde você está e um selo verificável, para você poder mostrar a cliente e a parceiro que a sua casa está em ordem. Não existe ainda, e por isso não está sendo vendido aqui. Quem compra o Protocolo agora entra sem custo no primeiro ciclo do selo quando ele abrir — é o que peço em troca do retorno honesto sobre o material.
Não. O guia é escrito para quem decide, não para quem configura. O limite técnico tem níveis: o mínimo qualquer pessoa instala; o avançado é para quem tem equipe de TI.
Os documentos são editáveis, e o passo 1 é justamente adaptá-los ao seu negócio — política genérica não muda comportamento. A lógica de governar IA é a mesma; os exemplos são seus.
Um fim de semana para o essencial, se você tiver as informações à mão. O passo que costuma demorar mais é o primeiro — nomear o que é sigiloso na sua empresa. É também o que mais importa.
Muda, e rápido: a lista de ferramentas aprovadas envelhece a cada modelo novo, e software que você já paga liga recursos de IA numa atualização. Por isso o passo 5 marca uma revisão com dono e data: a governança que você monta aqui é sua e não expira, mas precisa de uma revisão marcada para não virar teatro. O Protocolo já te tira do zero e é seu para sempre.
Você não precisa acompanhar — essa parte é minha. Todo mês eu confiro nas fontes oficiais (Câmara dos Deputados e Senado, dados abertos) se as normas e os projetos de lei que o seu Protocolo cita continuam como estavam. A cada trimestre você recebe o resumo, inclusive quando nada mudou — que é o caso mais comum e é a resposta que interessa: o que você implantou continua valendo. Se algo mudar de verdade, o aviso vem antes, com o link da fonte e a versão corrigida no seu endereço de sempre.
Isso vem incluso por 12 meses. Depois, são R$ 99 por ano para continuar — e o material é seu com ou sem renovação: o que expira é a conferência, não o seu acesso. Nada é bloqueado, nada some.
Sete dias para pedir o dinheiro de volta, sem justificar nada. Se o material não serviu, quem errou fui eu.
Para governar as suas próprias empresas, à vontade. Para implantar em clientes cobrando por isso, existe uma licença de implementador — me escreva, esse caminho é bem-vindo.
Ela já usa. A pergunta é se vai usar pela metade, no escuro — ou inteira, com regra. Um fim de semana separa os dois.
Começar de graça — Fase 1